Vivo na escuridão
No fundo da solidão
Na profunda imensidão
Das trevas que tanto amei
Agora vivo assim
Presa dentro do meu mundo
O mais sombrio e profundo
Que alguma vez conheci
A luz do teu olhar
Foi meu único alimento
O meu sádico sustento
O sangue que me matou a sede
O sangue que me matou a sede
E me levou para não voltar
Vem meu anjo negro
Liberta-me destas trevas
Que eu própria criei
Destroi para sempre o veneno
Que me corroi por dentro
E terás o meu coração
Aceita-o minha paixão

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